Marcas querem uma Cuba livre

As marcas Nokia,  AT & T e Verizon Communications estão pedindo urgência ao Governo dos Estados Unidos para aliviar as regras que os impedem de operar em Cuba, mesmo depois do presidente Barack Obama sinalizar com uma possível regulamentação das telecomunicações com a intenção de promover a democracia na ilha comunista.

A Nokia, maior fabricante mundial de telefones celulares, quer que o governo dos EUA alivie o embargo comercial de 47 anos para que possa vender aparelhos em Cuba. AT & T e Verizon, os maiores provedores wireless dos Estados Unidos, estão pedindo aos reguladores um acesso mais fácil na conexão de chamadas com Cuba.

O movimento acontece depois de Obama declarar no ano passado que um maior contato com o mundo exterior daria aos cubanos uma menor “dependência ao regime do Presidente Raul Castro”.

Cuba tem a menor penetração da telefonia móvel na América Latina. Cerca de 20 a 30 mil pessoas, em sua maioria diplomatas estrangeiros e altos funcionários, é que possuem dispositivos de comunicação móvel naquele país. Esse número, no entanto, cresceu para 800 mil desde que Castro suspendeu a proibição para que a maioria das pessoas usassem esse tipo de serviço.

Com Bloomberg.

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