Christian Lacroix pede concordata

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A marca Christian Lacroix, símbolo da alta costura na França e atualmente controlada pelo grupo americano Falic, pediu concordata ontem “por causa das conseqüências da crise financeira mundial, que afeta de maneira significativa o setor do luxo”, diz comunicado.

Mas ela não está sozinha nos reflexos que a crise financeira está trazendo ao segmento de bens de luxo: a LVMH, a maior empresa global de artigos de luxo, recentemente cancelou os planos de abrir uma loja Louis Vuitton em Tóquio, e a Chanel, no início deste ano, demitiu 200 funcionários temporários.

A crise do chocolate de luxo

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A fabricante suíça de chocolates Lindt & Sprüngli, detentora da deliciosa marca de chocolates Lindt, vai fechar quase dois terços de suas lojas nos Estados Unidos, onde os consumidores estão migrando de produtos mais sofisticados para as marcas mais baratas.

São os efeitos da crise, que não está dando mole para quem não reagir rápido as novas demandas e necessidades do consumidor.

A reação negativa da Lindt contrasta com as perspectivas mais otimistas dos fabricantes de chocolates voltados para o mercado de massa, como Nestlé e a Cadbury, que já anunciaram inclusive aumento das vendas das principais marcas, como Dairy Milk e Kit Kat. 

Marcas depois da crise

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