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O consultor inglês Tom Himpe, autor do livro “Advertising is Dead. Long Live Advertising!”, está lançando um novo trabalho intitulado “Advertising Next: 150 winning campaigns for new communication age”.

A obra, que sai pela Editora Thames & Hudson, prevê 17 mantras para o futuro da comunicação e os negócios acompanhados de 150 cases vencedores.

Na seção Be Useful (Seja útil), está o caso da Rádio SulAmérica Trânsito criado pela MPM.

Segundo Himpe, o livro tem um simples objetivo: explorar, ilustrar e definir um novo conjunto de regras para o comportamento das marcas.

A evolução da marca Fiat

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A evolução da marca Peugeot

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A Pony está de volta ao Brasil

Quem já não teve um tênis da marca Pony nos anos 80? Pois é, depois de anos de ausência, a marca está de volta ao mercado brasileiro ou de volta ao jogo como diz o seu slogan (Back in the Game). A loja de camisetas Hotel Tees será uma das representantes da marca em São Paulo. Alguns dos modelos da Pony já estão sendo vendidos por lá.

Para quem esqueceu, a Pony foi uma das marcas mais importantes de tênis esportivos. Criada em 1972, nos EUA, já esteve nos armários de todo tipo de atleta. Agora, voltou com força ao competitivo mercado esportivo e já patrocina jogadores de peso da NBA, além de investir em novos nichos como a moda com a criação de uma linha vintage. 

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Ducati renova a sua marca

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A marca de motos italiana Ducati, considerada uma espécie de Ferrari das duas rodas, renovou a sua logomarca para 2009. A nova marca, apresentada pelo CEO Gabriele Del Torchio, celebra a emoção de se pilotar uma Ducati, onde uma curva é colocada num escudo vermelho simbolizando a vitória e a paixão pelas corridas. O novo símbolo da Ducati traz características emocionais como paixão, velocidade e patrimônio.

Esse movimento ocorre no momento em que a Ducati acaba de ser considerada uma das marcas mais prestigiosas do mundo. A empresa foi nomeada recentemente entre as 20 marcas mais admiradas pela respeitada consultoria CoolBrands do Reino Unido. O nome Ducati apareceu ao lado de marcas como Aston Martin, Apple, YouTube, Ferrari e Google.

A Ducati nasceu em 1946 e sempre esteve ligada às competições. As suas motos primam pelo belo design e a velocidade. Em 1968 a empresa enfeitiçou os aficionados do mundo das duas rodas com a 450 Mark 3D. Foi o primeiro modelo com distribuição que ultrapassava os 170 km/h. Em 1983, a Ducati foi comprada por Cláudio e Gianfranco Castiglioni e passou a fazer parte do grupo Cagiva.

Confira a história em torno da nova logomarca da Ducati nesse vídeo que a empresa produziu.

 

Os 100 anos da Rolex

Sem alarde como era de se esperar, a marca de relógios Rolex está completando 100 anos.  

Ícone da cultura do luxo, a grife suíça não costuma anunciar e a aparição de seus executivos na mídia são raras. Explica-se: a filosofia da Rolex desde a sua fundação em 1908 é a de que o produto fale por si mesmo e por isso o seu antimarketing tornou-se justamente o seu marketing.

Uma das últimas tacadas de marketing da empresa data de 1956, quando a empresa relançou o relógio Oyster. Para lançar o novo produto dentro da consciência popular, o relojoeiro alemão Hans Wilsdorf (fundador) saiu-se com um engenhoso golpe publicitário. Após saber que uma jovem britânica chamada Mercedes Gleitze planejava nadar através do Canal da Mancha, ele a presenteou com um Rolex Oyster e despachou um fotógrafo para registrar o seu esforço. Quando Gleitze emergiu triunfalmente do mar, seu Oyster mantinha a hora perfeitamente e, fiel a seu nome, tinha se mantido à prova da água. Wilsdorf capitalizou o fato com um anúncio sensacionalista na primeira página no jornal London’s Daily Mail: “O maravilhoso relógio que desafia os elementos: à prova de umidade. À prova de água. À prova de calor. À prova de vibração. À prova de frio. À prova de poeira.”

O nome Rolex vem da união das palavras francesas horlogerie exquise (relojoaria requintada) porque Mr Wilsdorf queria ter um nome facilmente pronunciável em qualquer idioma.

Outro fato curioso é que a Rolex é uma das raras marcas que não foram vendidas a grandes conglomerados de luxo. Foi um pedido do próprio Wilsdorf  que faleceu em 1960. Atualmente o filho Patrick Heiniger comanda a Rolex que tem a sua sede principal em Genebra.

 

 

A marca que inspirou uma banda de rock

 

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A força das marcas também inspira a música. O quarteto de rock californiano Stone Temple Pilots, por exemplo, que ultimamente tem ensaiado sua volta aos palcos, se inspirou na marca de aditivos para automóveis STP Motor Oil Company para criar o nome da banda.

O grupo, formado em 1986, decidiu usar a sigla STP porque era um ícone “cool” nos anos 80. O vocalista Scott Weiland tinha inclusive um adesivo da STP na sua bicicleta. Para dar significado as letras STP eles escolheram vários nomes como Shirley Temple’s Pussy, Stinky Toilet Paper, ou ainda Stereo Temple Pirates, antes de optar definitivamente por Stone Temple Pilots.

Já a original STP é uma reputada marca norte americana que disponibiliza uma gama completa de aditivos de utilização fácil e rápida para tratamento preventivo e curativo de motores de carro.

Desenvolvida nos anos 50, a marca STP impôs-se rapidamente tornando-se líder mundial no mercado de aditivos destinados ao melhoramento das performances dos veículos.

A história da STP começou em outubro de 1954, quando três homens de negócio com uns meros três mil dólares de capital inicial introduziram o primeiro produto STP em St. Joseph, Mo. O Scientifically Treated Petroleum (Petróleo Tratado Cientificamente), mais conhecido por STP, começou com um produto – STP Oil Treatment (Tratamento para Óleo) – que ajudava o óleo de motor dos carros a resistir à falta de consistência com as altas temperaturas e pressões.

Realmente o rock and roll é pura gasolina!

Com a palavra o CEO da GE

 

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Em entrevista exclusiva a esse blog, o CEO e Presidente da General Electric, Jeffrey Immelt, disse que a Responsabilidade Social Corporativa será um diferencial de competitividade estratégico para as marcas num futuro próximo. “A prática da Responsabilidade Social Corporativa em todos os níveis da empresa é um desses diferenciais que dará o tom de quanto o seu negócio e a sua marca são importantes ou não aos seus consumidores, funcionários, acionistas e toda a cadeia de stakeholders. Investir em CSR (Corporate Social Responsibility) não é queimar dinheiro, mas sim um meio estratégico de criar valor, trazer confiança e transparência aos seus negócios. Creio que num futuro próximo, as empresas vão competir para quem será mais responsável” disse Immelt após palestrar na Conferência da  Business for Social Responsibility, realizado em Nova York na semana passada.

Jeffrey Immelt disse ainda que num curto prazo pretende comercializar energia limpa e que o grande desafio da GE hoje é ser competitiva localmente sem deixar de ser global ao mesmo tempo.

 

Ahhh Kolynos!

Essa é uma das muitas histórias saborosas sobre marcas contadas pelo professor Ivan Pinto da ESPM. Certo dia, ao saber que a marca Kolynos seria extinta, uma consumidora com idade avançada, que tinha uma relação de verdadeira paixão pela marca de creme dental desde a sua infância, resolveu sair comprando Kolynos em tudo que era canto para assim estocar o produto em grandes quantidades. Ela não admitia ficar sem a sua pasta dental predileta e resolveu então estocá-la pelo resto da sua vida.

Essa história ilustra bem o poder que as marcas exercem no consumidor. Uma marca forte e bem estabelecida é sinônimo de fidelidade, e até mesmo de idolatria por parte dos fregueses como bem diz o professor.

A Kolynos virou Sorriso, mantém o market share lá no alto e na certa continua arrancando sorrisos mais brancos do seu consumidor. Mas, será que a Dona Maria gostou da novidade? 

O recado da Wolff Olins

A Wolff Olins é uma das mais bem sucedidas consultorias de marca do mundo. Baseada em Londres e Nova York, ela é responsável pela criação e reposicionamento de grandes marcas como Unilever, Oi, GE, Tate, entre outras.  

Behind Brands traduz aos leitores a mensagem que o pessoal da Wolf deixou sobre a crise que assola a economia no mundo. Vale a pena ler. Segue: 

 

O Mundo precisa do novo

O mundo deveria ser melhor. Existem grandes oportunidades para se fazer novas coisas. De repensar energias, transportes, saúde, formas de governo. Achamos que não existem muitas coisas novas por ai ainda. O melhor jeito de sair de uma recessão é estimular novas demandas. A Apple aumentou seus investimentos em r&d quando a bolha da internet estourou……e  depois lançou o Ipod.

O novo precisa de marcas.

A inovação é imprevisível, muitas vezes um desperdício, cheia de becos sem saída. Mas há uma boa forma de inspirá-la, centrá-la, fazê-la e torná-la viável. Comece com a sua marca. Comece com o que você está apto a fazer, e no que você é realmente bom.

 Isso é conduzir a marca à inovação. Isso é como os inovadores – Google, Prada, Safaricom, Tata – , instintivamente fazem.  

Num mundo onde consumidores céticos acreditam que a imagem é a realidade, criar uma nova realidade é o único jeito de manter a sua marca viva. 

Marca inspira o novo e o novo entrega marca.

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