10 anos de incentivo ao surf

A Petrobras, que este ano comemora dez anos de parceria com o surfe brasileiro, é a nova patrocinadora do Surf Bus Beach Tour, no Rio de Janeiro. Todos os dias, o veículo transporta surfistas por toda a orla da cidade, de Botafogo até a Prainha, oferecendo conforto e serviços como espaço para guardar pranchas, pranchões e bodyboard.
Entre os objetivos do Surf Bus está o estímulo à prática do esporte entre os jovens da cidade e o desenvolvimento de um trabalho educacional e social de conscientização da necessidade de preservação do meio ambiente entre alunos da rede de ensino pública e particular.
O Surf Bus Beach tem capacidade de transportar 240 pessoas diariamente e circula das 7 às 19 horas. A estrutura é adaptada para comportar 12 pranchões, 20 pranchinhas, 10 funboards e 10 pranchas de bodyboard, além de ser equipado com TV de 29 polegadas (que exibe filmes de surfe e videoclipes), frigobar e armário com cordinha, parafina e raspador caso o passageiro tenha necessidade.
O ônibus também tem serviço de fotógrafo e cinegrafista, que os surfistas podem contratar caso queiram registrar os melhores momentos nas ondas. Há ainda um atendente bilíngüe para estrangeiros que utilizem o Surf Bus.
O trajeto do Surf Bus inicia na praia de Botafogo e percorre Copacabana, Ipanema, Leblon, São Conrado, Barra da Tijuca, Reserva Ecológica, Recreio, Macumba e Mirante da Prainha. O preço da passagem custa R$ 5,00. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (21) 2527-0891 ou (21) 8515-2289, ou pelo site www.surfbus.com.br.

Petrobrás faz parceria em biocombustíveis

A Novozymes, fabricante dinamarquesa de enzimas industriais, vai trabalhar com a Petrobras para desenvolver novos métodos de produção de etanol a partir do bagaço da cana-de-açúcar. O acordo prevê o desenvolvimento de enzimas e processos produtivos para se produzir etanol celulósico de segunda geração.

Desde 2006 a Petrobrás trabalha em processos de transformação do bagaço de cana em etanol.

Com Reuters.

 

Petrobrás: a quarta maior empresa do mundo

A Petrobrás se tornou hoje a quarta maior empresa do mundo em valor de mercado por conta dos US$ 70 bilhões conquistados com o processo de capitalização.

A empresa petrolífera passou a valer cerca de US$ 217 bilhões, mais do que companhias como a Microsoft, o Wal-Mart e a General Electric.

À frente da Petrobras em valor de mercado estão a Exxon Mobil, com valor de mercado de US$ 311 bilhões, a PetroChina, com US$ 265 bilhões, e a Apple, com US$ 264 bilhões.

Cosan avança no setor de combustíveis

A Cosan, maior empresa do setor sucroalcooleiro do Brasil, anunciou a compra da rede de postos de combustíveis Petrosul no Estado de São Paulo. O negócio inclui a compra de 83 postos da bandeira Petrosul, que trarão agora a marca Esso.

A Esso do Brasil foi adquirida pela Cosan no ano passado pelo valor de US$ 1 bilhão.

Nos últimos tempos, o setor de combustíveis do País vem passando por grandes mudanças por conta dos problemas de adulteração de combustíveis e sonegação de impostos. Esse cenário motivou a saída de grandes grupos internacionais, como Esso e Texaco, além da venda da rede Ipiranga para o Grupo Ultra e Petrobrás.

Fiat 147: o primeiro automóvel brasileiro movido a álcool

fiat-147-anuncio

Há 30 anos o Brasil ganhava o primeiro carro movido a álcool. Foi em julho de 1979 que o Fiat 147 chegou ao mercado nacional. O compacto da montadora italiana chegou às concessionárias brasileiras quatro meses depois que os 16 primeiros postos de combustível começaram a receber o álcool.

Até 1987, quando o 147 parou de ser produzido, foram vendidos mais de 120 mil unidades do modelo. Como o preço do combustível era, no mínimo, cerca de 50% mais barato que a gasolina, o carro foi bem aceito entre os consumidores.

Em 1986, quase 90% dos carros que saiam de fábrica no País eram movidos a álcool. No entanto, a queda do preço do petróleo e o aumento do preço do açúcar, fizeram cair a produção do álcool combustível e a frota de veículos acabou sofrendo com o desabastecimento. Resultado: a credibilidade foi abalada e, durante os anos 90, a produção de veículos a álcool caiu para apenas 1% do total.

Mas os motores bicombustíveis chegaram a partir de 2003, fazendo explodir a produção de álcool a partir da cana de açúcar. Hoje, os veículos flex representam 88% das vendas de automóveis e comerciais leves no País.

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 31 other followers

%d bloggers like this: